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quarta-feira, 4 de maio de 2011

Sentimentos despercebidos vivem...




"Sentimentos despercebidos vivem escondidos 
  em lugares que você não pode ver. Isso é 
  porque você não aceita eles, mas quando você 
  toma conhecimento dele, você consegue ver 
  o rosto da pessoa que está por trás desse sentimento"


"Live hidden feelings unnoticed
   in places you can not see. This is
   why not take them, but when you
   becomes aware of it, you can see
   the person's face who is behind this feeling"

Quando você era criança e sonhava...




"Quando você era criança e sonhava, você costumava pensar: 
  Eles existem com certeza.
  Mas tudo mudou de repente para:
  Seria bom se eles existissem.
  Me pergunto quando e porque você parou de sonhar."

"When you were a kid and dreamed, you used to think:
   They exist for sure.
   But everything suddenly changed to:
   It would be nice if they existed.
   I wonder when and why you stopped dreaming"

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Uma história verdadeira



Uma história verdadeira
Por: Lucas Soares.

Era apenas uma criança, não tinha mais do que 12 ou 13 anos. Seus cabelos eram negros e bagunçados, seus olhos possuíam uma cor de mel que combinava com sua pele que era morena e amarronzada. Suas roupas estavam surradas, se estivesse viva hoje, teria aproximadamente 17 anos.
O passado dela era desconhecido para todos, ainda pequena com 3 anos de idade, foi abandonada pelos pais. Depois disso, viveu com um casal e mais cinco crianças em um barraco em São Paulo.
Ao completar certa idade, seus pais começaram a explorá-la com trabalhos pesados. Sabendo que mais cedo ou mais tarde seria obrigada a se prostituir igual a menina mais velha que morava com ela, a melhor saída foi fugir e viver nas ruas.
Após algum tempo, acabou passando a morar embaixo de uma ponte que cortava um rio. Não era um lugar tão abandonado, principalmente por servir de “atalho” para pedestre que precisavam cruzar a ponte para acessar a rodovia no lado oposto.
Mesmo nessas condições, a menina conseguia dinheiro e comida das pessoas que ali passavam, o frio incomodava, mas não era nada que fizesse com que perdesse o sorriso de seu rosto ou a esperança que era refletida em seus olhos todas as manhãs.
Porém, aos poucos as pessoas deixaram de ajudar aquela garota que não tinha para onde ir. Foram semanas para que tudo se tornasse impercebível. A menina agora fazia parte do cenário, se estivesse lá não importava...  Se não estivesse lá, poderiam notar, mas não haveria ninguém que sentiria sua falta.
O mês era julho, Emily estava bem mais magra do que o normal, fome e tristeza tentavam acompanha-la, mas sua esperança era mais forte, fazendo com que não se entregasse a dor de derramar suas lágrimas.
Foi em uma tarde nublada que um homem com aproximadamente 27 anos passou pela travessia da ponte com certa pressa, sem perceber deixou cair um envelope.
― Senhor, espere! – Era uma voz quase inaudível.
O homem se virou e avistou uma menina de pouco mais de 12 anos.
― Deixou cair isto. – A menina se aproximou com um pouco de vergonha e medo. – Acho que está com pressa.
― Obrigado! – O homem pegou o envelope e olhou seu relógio. – Estou com um pouco de pressa sim.
O homem continuou seu caminho, mas não demorou muito para ele voltar, uma forte chuva o obrigou e outros dois garotos de aparência estranha voltar para se abrigar embaixo da ponte.
A menina foi para um canto se isolando de todos, o homem estava muito elegante e ela não queria incomodá-lo.
― Você vive aqui? – O homem foi se aproximando da menina. – Você parece bem... Humilde.
― Sim! – A menina sorriu e fez menção de se afastar novamente, mas foi impedida.
― Não precisa ter medo de mim, não vou fazer nada com você.
― Não é isso. – A menina ficou vermelha. – É que estou toda suja, e não queria... Bem, você sabe.
― Não se preocupe. Mas parece que você não come nada há dias, as pessoas que passam aqui não te ajudam?
― Ninguém me ajuda e não quero obrigar ninguém a me ajudar.
― Mas pedir ajuda não quer dizer que você está obrigando alguém a te ajudar. – O homem sorriu e entregou uma bala para a menina. – É o melhor que tenho no momento.
― Obrigada! – A menina sorriu e depois mudou sua face novamente olhando de forma séria para o senhor que estava ao seu lado. – As pessoas não ajudam as outras por vontade de ajudar ou caridade, elas ajudam apenas se tiver alguém olhando para elas. Simplesmente ajudam para satisfazer seu próprio ego ou mostrar para quem estiver olhando que está ajudando a menina pobre que não tem onde morar.
O homem ficou em silêncio, pensou nas palavras daquela menina, no fundo ela estava cera, eram raras as pessoas que ajudavam pelo intuito de ajudar, a maioria realmente só ajudavam para dizer que ajudavam.
Os dois continuaram conversando até a chuva cessar. Antes de ir embora, Steve entregou uma nota de 50 reais para a menina e se despediu.
A menina viu o homem ir embora, em seguida, os outros dois rapazes que se abrigavam da chuva foram até ela.

Steve era advogado, casado, não tinha filhos. Morava em outra cidade, mas estava em São Paulo para comprar uma segunda casa para poder alugar e obter uma segunda renda. Ao chegar à casa de seus pais, onde estava se hospedando, foi falar com sua mulher.
Enquanto conversavam, Mariah percebeu certa empolgação em seu marido. Ele parecia bem mais alegre, normalmente estaria acostumado a estar sempre estressado.
No outro dia, Mariah conversou com Steve sobre a menina e pediu para ele trazer ela para ajuda-la de alguma forma, dar banho e comida pra ela.
Steve foi até a travessia da ponte, mas não encontrou a menina. Durante duas semanas ele passou todos os dias pelo mesmo local para tentar encontrar Emily, porém suas buscas foram em vão.

·         Steve nunca mais encontrou Emily.
·         Com o dinheiro que iria ser usado para a compra de outra casa, Steve e Mariah construíram um abriga para ajudar crianças carentes.
·         Hoje o Instituto Emily abriga mais de 1000 crianças em todas as suas sedes espalhadas por São Paulo
·         O principal objetivo do Instituto é tirar as crianças que vivem nas ruas e dar apoio para que possam ter uma vida normal e recursos para construírem sua própria vida.
·         Emily morreu no dia em que conheceu Steve, seu corpo não foi encontrado até hoje. Se nada tivesse lhe acontecido, Steve e Mariah iriam ajuda-la e cuidar dela.
·         Segundo autoridades, dois garotos foram presos e confessaram terem matado uma menina para lhe roubar uma nota de 50 reais.



Esta história é baseada em fatos irreais. Não existe o Instituto Emily, nem os personagens citados na história. Mas o fato é que só ajudamos as outras pessoas para satisfazermos nosso ego ou para demonstrar às demais pessoas que somos gentis e ajudamos ou outros. Toda ajuda é bem vinda, mas a verdadeira ajuda é aquela feita de coração por caridade. Milhares de pessoas necessitam de ajuda, outros milhões precisam e não admitem. Não se apegue a bem materiais, às vezes, um sorriso já é o bastante para alegrar alguém. Mas lembre-se também que não podemos deixar pra fazer amanhã o que podemos fazer hoje, pois, pode ser tarde demais. Então quando vir alguém que precise de ajuda e perceber que você pode fazer algo. Faça! Independente se alguém vai te reconhecer ou não, faça isso para provar a si mesmo que você está vivo.

quinta-feira, 31 de março de 2011


Ela: O que é mais importante pra você, sua vida ou eu?

Ele: Antes de responder isso, deixa eu te perguntar uma coisa..

Ela: Ok.

Ele: Há alguma diferença entre você e a minha vida?

domingo, 27 de março de 2011

Na vida


Talvez eu sofra inúmeras desilusões
no decorrer de minha vida.
Mas farei que elas percam a importância
diante dos gestos de amor que encontrei

Talvez eu não tenha forças
para realizar todos os meus ideais.
Mas jamais irei me considerar derrotada.

Talvez um dia eu sofra alguma injustiça.
Mas jamais irei assumir o papel de vítima.

Talvez eu tenha que enfrentar alguns inimigos.
Mas terei humildade para aceitar as mãos
que se estenderão em minha direção.

Talvez numa dessas noites frias,
eu derrame muitas lágrimas.
Mas não terei vergonha por esse gesto.

Talvez eu seja enganada inúmeras vezes.
Mas não deixarei de acreditar
que em algum lugar
alguém merece a minha confiança.

Talvez com o tempo
eu perceba que cometi grandes erros.
Mas não desistirei de continuar trilhando
meu caminho.

Talvez com o decorrer dos anos
eu perca grandes amizades.
Mas irei aprender que aqueles que
realmente são meus verdadeiros amigos
nunca estarão perdidos.

talvez algumas pessoas queiram o meu mal.
Mas irei continuar plantando a semente
da fraternidade por onde passar.

Talvez eu não tenha motivos
para grandes comemorações.
Mas não deixarei de me alegrar
com as pequenas conquistas.

Talvez a vontade de abandonar tudo
torne-se a minha companheira. Mas ao invés de fugir,
irei correr atrás do que almejo.

Talvez eu não seja exatamente
quem gostaria de ser.
Mas passarei a admirar quem sou.

Porque no final saberei que,
mesmo com incontáveis dúvidas,
eu sou capaz de construir
uma vida melhor.


E se ainda não me convenci disso,
é porque como diz aquele ditado:

“ainda não chegou o fim
Porque no final não haverá
nenhum “talvez” e sim a certeza
de que a minha vida valeu a pena
e eu fiz o melhor que podia."

Fonte: Pensador UOL (Anônimo)
Imagem: Divulgação

sexta-feira, 18 de março de 2011

1 Litro de Lágrimas

Estou apenas passando para postar esses videos.
Os dois são os melhores que já vi, um deles se refere
ao dorama 1 Litro de Lágrimas.




sábado, 12 de março de 2011

Um reencontro de Amor



Um Reencontro de Amor
“ELE”
“ELA”


Seus olhos negros e brilhantes encaravam os meus com certa curiosidade estampada em sua face, seu rosto exibia uma beleza perfeita que escondia os anos que haviam se passado. O frio por mais intenso que fosse não atrapalhava, muito pelo contrário, o clima transformava tudo em algo mágico, como em todo filme hollywoodiano, ao reparar em sua mão percebi a neve lutando para deixar um tom vermelho em sua pele amarronzada.
Acelerado e fora de ritmo, meu coração faltava pular para a garganta. Havia tantas palavras a serem ditas, frases intermináveis, pedidos de perdão, mas, minha mente e corpo não estavam em sincronia, àquele era um momento único, o qual eu viveria novamente apenas em meus sonhos. Lutando contra meus instintos de autodefesa, fui me aproximando lentamente da linda mulher que me observava com tanta atenção. O clima estava gélido, porém, um calor incomum tomava conta dele, apenas um frio na barriga e as mãos tremendo, e sua causa não era a temperatura.

Ele estava se aproximando cada vez mais, reparei em suas feições, seu cabelo havia mudado, a cor era a mesma, porém, ficaram curto, os anos tomaram toda sua beleza, seus olhos castanhos estavam mais frios e distantes. Lembranças fortes passaram por minha cabeça em instantes, um abraço, o primeiro beijo, promessas de amor. A escuridão em meu coração aos poucos começou a me dominar, uma tristeza incomparável lutava contra minha razão. Eu poderia simplesmente tomar meu caminho e seguir adiante, mas isso não era o bastante, queria causar dor a ele, não por vingança e sim por prazer.
Olhei ao meu redor, um casal se abraçava no banco da praça, um homem entrava em uma loja de enfeites e havia grande circulação na entrada do hotel. Na rua que circulava a praça percebi meu noivo chegando, em um momento tão oportuno que me fez sorrir.

Meu coração permanecia disparando em palpitações cada vez mais rápidas, Emily estava linda, seus cabelos longos e lisos estavam jogados por cima de seus ombros. Segundos atrás olhava ao redor da praça, não parecia estar procurando alguém, nada incomum que lhe chamasse a atenção, apenas observou um carro parar na praça. Quando olhou novamente em minha direção, começou a sorrir.
Aquela era a reação que eu esperava, os anos longe da mulher que mais amei em minha vida haviam sido tristes e dolorosos, seus sorriso havia despertado um ultimo fio de esperança.


CONTINUAÇÃO EM BREVE (Deixem comentários dizendo o que precisa ser melhorado e o que acharam)