sexta-feira, 6 de maio de 2011

Keanu Reeves em Akira



Keanu Reeves em Akira
Ator é cogitado para mais uma adaptação cinematográfica japonesa.

A Hollywood Reporter, revista especializada em noticias do cinema em geral revelou nessa sexta que a Warner Bros está pensando em firmar um contrato com o ator Keanu Reeves (Matrix, Constantine) para a adaptação do anime/manga Akira de Katsuhiro Otomo. O site oficial afirma que Keanu estaria negociando para interpretar o protagonista, porém, não há nenhuma oferta oficial.

Em 2008 foi revelado que o Appian Way (O Aviador, A Orfã) estúdio de Leonardo DiCaprio iri produzir o filme. Em março foi divulgado uma lista com o possível elenco que incluía Justin Timberlake e Robert Pattinson (Crepúsculo).

Ao ser questionado, Pattinson afirmou não levar a sério a lista divulgada, já que não teria sido procurado. Por outro lado, George Takei (Star Trek) entrou com petições contra o uso de apenas atores brancos, já que todos os personagens da série Akira são brancos e não há menção de morenos, negros ou pardos.

A Warner Bros se recusou a comentar o assunto, mas Josh Dickey, editor de uma revista rival afirmou que os leitores não devem acreditar em tudo o que é publicado. Embora o fato de Keanu Reeves participar de Akira ter gerado discussões em Hollywood, agora só resta esperar para que mais informações sejam divulgadas.

Se confirmado, esta será a segunda série japonesa adaptada para os cinemas em que o ator estará participando. Keanu foi confirmado como produtor e protagonista do filme Cowboy Bebop da Sunrise, embora o último comentário sobre o projeto dizia que não havia certeza sobre a continuação de sua produção.



Fonte: Animenewsnetwork
Imagem: Divulgação

Mais um game da Square Enix



Mais um game da Square Enix
Empresa lança mais um jogo para iPad e similares .

Após lançar o aplicativo IOS que ensina inglês para seus jogadores, a Square Enix lança mais um jogo para Apple iPhone, iPod e outros dispositivos iPad. O jogo se chama Imaginary Range e foi lançado na última quinta. O game na verdade é uma história em quadrinhos criada por funcionários que já trabalharam na série Final Fantasy. Conforme você avança a história em quadrinhos, que é colorida e disponível em inglês, Francês e Japonês, mini-games vão surgindo para continuar a ler a história.

O enredo tem como cenário a França, que está sob ataque de uma forma de vida desconhecida que é chamada de Omega. Um psicoterapeuta chamado Cid em meio à batalhas entre a realidade e os sonhos, revela a verdadeira natureza do mundo que faz com que Omega exista.

É possível liberar comentários extras e novos mini games durante o avanço da história.

A equipe responsável pelo game é formada pelo roteirista Soki Tsukishima (Ningyō Tsukai no Shima), o diretor Motomu Toriyama (Final Fantasy XIII) e o designer Toshiyuki Itahana (Final Fantasy Crystal Chronicles). A Square Enix postou dois vídeos em seu blog oficial.


Fonte: Animenewsnetwork
Imagem: Divulgação

Spin off de Full Metal Panic



Spin off de Full Metal Panic
Shouji Gatou supervisionará o enredo .

Segundo a editora Kadokawa, Full Metal Panic! Sigma terá um spin off lançado em breve juntamente com a coleção anunciada anteriormente que teria histórias curtas de Full Metal Panic. O enredo do Spin Off se passara 10 anos após o fim da história original.

Shouji Gatou, autor original, apenas revisou a nova versão. Dessa vez Naoto Oguro ficou responsável por elaborar o enredo. Shikidouji e Kanetake Ebikawa estão responsáveis pelas ilustrações e designers mecânicos respectivamente.

Nos EUA, a TokyoPop é responsável pela publicação dos mangás de Full Metal Panic, em junho do ano passado afirmou lançar o quarto e quinto volumes da série, fato este que ocorreu em fevereiro, antes de anunciar que iria fechar suas portas para publicações norte americana da série. No Brasil, a Panini é a responsável pela publicação do manga.

Enredo: Uma organização secreta, chamada Mithril, tenta impedir um terrorista conhecido como Gauln, de conseguir aprisionar os "Whispered", pessoas que conhecem e experimentam visões onde lhes são mostradas tecnologias (Black Technology, no Brasil adaptado para "Tecnologia Obscura") acima do nosso tempo (uma espécie de super-dotados), dando assim, poder para quem conseguir obter as informações de dentro de suas cabeças.
É aí que entram os personagens principais. O Sargento Sousuke Sagara, o protagonista, junto com dois de seus camaradas, tem que se infiltrar na escola de Kaname Chidori e impedir a sua captura pela organização de Gauln.
Isso é apenas o começo da série, que segue assim até o oitavo episódio, após o quê outras coisas entram em questão, tendo até um episódio onde Chidori não é mencionada, e concentrando-se inteiramente ao redor dos colegas militares e sua base submarina.

Diferente da maioria das produções japonesas, Full Metal Panic foi adaptado para anime primeiro e posteriormente teve a publicação de mangás baseados na série. Originalmente o anime era pra ter sido lançado no final de 2001, mas devido aos ataques de 11 de setembro, e por ter situações que poderiam ser associados aos eventos ocorridos nessa data, acabou adiado para o inicio de 2002.

Fonte: Animenewsnetwork
Imagem: Divulgação

“Kratos” no País das Maravilhas






“Kratos” no País das Maravilhas
Versão alternativa de Alice terá continuação.


No dia 6 de outubro de 2000, a EA (Electronic Arts) em conjunto com a Rogue, lançou um jogo baseado em Alice no País das Maravilhas. American McGee’s, designer chefe, acabou por criar um jogo extremamente violento.

Apesar de ser baseado em um livro infantil, o game apresenta uma Alice que retorna ao País das Maravilhas após, acreditem, cortar os pulsos enquanto está em um manicômio. Os cenários não são os mesmos da versão de Tim Burton, agora vemos uma atmosfera sombria conduzida por uma trilha sonora considerada macabra por alguns.

Os personagens estão diferentes, o gato e o Coelho Branco estão com um visual um pouco macabro, enquanto Alice usa facões para cortar as cabeças de seus inimigos e bombas em forma de brinquedos para explodir tudo. O jogo conseguiu chegar ao topo em vendas, seus números superaram 1 milhão de cópias vendidas em menos de 3 meses.

O enredo do game se passa 7 anos após Alice no País das Maravilhas e Alice Através do Espelho. Pouco tempo após derrotar Jabberwocky e retornar para sua casa, os pais de Alice morrem em um incêndio onde ela acaba por ser a única sobrevivente. A menina tenta comeer suicídio, porém, sobrevive e acaba indo parar em um asilo para pessoas com problemas mentais. Lá, o Coelho Branco convoca Alice novamente para o País das Maravilhas, onde a Rainha de Copas alterou totalmente o lugar tornando-o um lugar macabro.

Pelo fato do País das Maravilhas ser considerado um mundo projetado de acordo com a mente de Alice, a explicação de o mundo ter adquirido o aspecto sombrio foi o fato de Alice ter se tornado insana após a morte de seus pais.

No próprio ano de seu lançamento foi anunciado que seria produzido uma versão para o cinema do jogo, porém, até 2008 nada havia sido confirmado e o assunto foi dado por encerrado, não surgindo nenhuma informação adicional. Agora, a EA juntamente com a Spicy Horse se prepara para lançar a continuação do game American MacGree’s Alice.

No dia 14 de junho, Alice: Madness Returns será lançado para PS3, Xbox 360 e PC. Novamente MacGee ficou responsável pelo jogo. Conhecido por jogos como Quake e Doom, MacGee criará novos lugares insanos para Alice percorrer durante o game.

O enredo do game se passa 11 anos após o primeiro game, fato este que se coincide com o fato de fazer 11 anos desde o lançamento do primeiro game. Alice consegue sair do sanatório, mas, se vê presa novamente no País das Maravilhas, único lugar onde consegue escapar de todos os seus problemas.

No vídeo divulgado, comentários sugerem que Alice usará as mesmas armas do game anterior, como o tradicional facão, metralhadoras e bombas. Os comentários da menina mostram uma luta psicológica onde sua mente tenta dizer que é tudo um pesadelo enquanto ela afirma que tudo o que está acontecendo são lembranças.

O combate foi adaptado para algo similar a God of War e Dante’s Inferno. No game, a moeda de troca que possibilita adquirir novas armas e equipamentos, são “dentes” deixados pelos inimigos mortos por Alice.

Pelos vídeos e as imagens divulgadas, estamos em um mundo similar à Godo f War, com ataques cortantes, tripas expostas e sangue, muito sangue por toda a tela. Criaturas como Troll, bonecos e bules vivos que te atacam fazem parte deste mundo fantástico, onde elementos como a garrafa com a inscrição “Beba-Me” que deixa Alice maior ou menor estará presente para se prosseguir no jogo. Esses elementos surgem com o intuito de lembrar aos jogadores de que apesar de todo o visual ser obscuro e sangrento, o jogo ainda é uma adaptação do livro infantil Alice no País das Maravilhas.








Fonte: Baixaki, Msn e Gutenberg
Imagem: Divulgação

Alice no País das Maravilhas



Alice no País das Maravilhas
Clássico está próximo de completar 150 anos.

Tudo começou em 1862, durante um passeio pelo rio Tamisa, Charles Lutwidge resolve improvisar uma história e contar para Lorina, Edith e Alice Liddell, filhas de Henry George, vice-chanceler da universidade de Oxford. Devido ao fato do Chanceler ser decano da Igreja de Cristo, sua história foi baseada em lugares da catedral de Ripon. Como por exemplo, o Buraco do Coelho (Rabbit Hole) que simbolizava a escadaria da igreja. 2 anos depois a história foi manuscrita para Alice, uma das irmãs que ouvira a história anteriormente.

Em 1865 no dia 4 de julho, exatamente 3 anos após o passeio em que conhecera Alice, a primeira edição foi lançada. Essa edição contava com o dobro da história contida no manuscrito original que foi entregue para Alice Liddell. Durante a vida do autor, foram ao todo mais de 180 mil cópias vendidas e traduções para 125 línguas diferentes. Porém, a versão americana não eve seus direitos autorais reconhecidos.

Em 1871, Charles conhece outra Alice e conta outra história, que originaria na continuação Alice no Outro Lado do Espelho que conseguiu superar a versão original.

Essa versão muitas vezes é confundida muitas vezes com a primeira devido as inúmeras adaptações que tentam misturar as duas versões, exemplo disso é Jabberwocky, que foi incluído na ultima versão produzida para os cinemas e que faz parte somente do livro Alice no Outro Lado do Espelho (Alice Através do Espelho).

Ao todo Alice foi adaptada para os cinemas no mínimo em 22 ocasiões, sempre com o nome Alice no País das Maravilhas, sendo a última feita por Tim Burton.

Gonzo divulga novo anime




Gonzo divulga novo anime.
Copihan é o novo titulo.

O estúdio Gonzo se encontra com alguns problemas, sem lançamentos recentes, suas ultimas séries foram Shangri-la, The Tower of Druaga e Romeu X Juliet que ocorreram em 2009. Após anunciar Nyampire e Last Exile 2, continuação de Last Exile de 2003.

Após esses anúncios foi divulgado que Copihan será mais um titulo lançado pelo estúdio. Copihan é do mesmo desenhista de Hatsune Miku de Project Diva. O anime está previsto para esse ano, segundo rumores será de curta duração e seus episódios serão exibidos pela internet.

Copihan é uma comédia escolar que mostra duas irmãs capazes de fazer previsões através de cartas, mas que muitas vezes acabam fazendo com que as meninas se metam em confusão. O manga vem sendo publicado pela revista Comic Rush desde janeiro.

Fonte: Animeblade
Imagem: Divulgação

Conrad retoma publicação de seus títulos





Conrad retoma publicação de seus títulos.
Battle Royale,Gen e Cavaleiros do Zodíaco Episódio G estarão nas bancas em breve .

Em anuncio oficial, Rogério de Campos afirmou que a Conrad retornará com as publicações de Gen Pés Descalços, Cavaleiros do Zodíaco Episódio G e Battle Royale. Segue abaixo comucado oficial.

Caros leitores,

É com enorme satisfação que a Conrad Editora anuncia a volta de duas séries que marcaram a sua história e a própria história dos mangás no Brasil. Gen Pés Descalços e Cavaleiros do Zodíaco Episódio G voltarão a ser publicados no Brasil ainda no primeiro semestre de 2011.

A série Gen Pés Descalços foi lançada no Brasil pela Conrad em 1999, a partir da edição americana, com quatro volumes. Agora, a nova edição que iremos lançar é traduzida diretamente do original japonês, e terá dez volumes. Publicada originalmente em 1973, Gen Pés Descalços é um dos grandes clássicos da HQ mundial e teve influência decisiva sobre artistas como Art Spiegelman (Maus). A premiada edição da Conrad inspirou a publicação da mesma obra na França, na Alemanha e na Índia.

Os Cavaleiros do Zodíaco são um fenômeno de sucesso que marcou mais de uma geração de brasileiros. Quanto a essa sérieCavaleiros do Zodíaco Episódio G, era o mangá mais vendido nas bancas brasileiras quando sua publicação foi interrompida. A Conrad retoma agora a partir do ponto em que a série foi paralisada. Além desses dois títulos, voltaremos também, no início do próximo semestre, a publicar a série Battle Royale.

Se a Conrad tem sido a editora líder do mercado dos quadrinhos no Brasil, isso não acontece
porque somos a maior editora, a das maiores vendagens ou a que mais publica, mas porque somos aqueles que apresentam as tendências que serão, de maneira geral, seguidas pelas outras editoras do Brasil. É essa nossa vocação e é disso que nos orgulhamos: sermos aqueles que descobrem novos autores, que apresentam novas ideias. Que essa nossa postura resulte em vários grandes sucessos de vendas, diz muito do saudável interesse dos nossos leitores pelo novo.

Ao mesmo tempo, nos orgulhamos também de tratarmos bem os livros e revistas que publicamos, e de uma relação bem cordial e transparente com nossos autores e parceiros. A qualidade das edições da Conrad tem nos rendido diversos prêmios, sendo reconhecida até internacionalmente.

Essa é uma das razões pela qual a quase totalidade dos autores, mesmo depois de fazerem sucesso o bastante para chamar a atenção de editoras maiores, optam por continuar na Conrad. No entanto, há momentos nos quais, por mais que nos esforcemos, a solução deixa de depender de nossa boa vontade. É quando surgem exigências impossíveis de serem satisfeitas por nós. Essa é a situação a que chegamos com relação à nossa tradicional parceria com a editora japonesa Shueisha.

Durante os últimos anos, nos esforçamos muito para que chegássemos a uma solução que permitisse continuarmos publicando os títulos dessa editora no Brasil. Para nós, a questão nem era desinteresse financeiro, mas do desejo de continuar o trabalho que havíamos iniciado. Infelizmente, tudo o que pudemos e fizemos não foi o bastante. Por isso, estamos anunciando a suspensão da publicação dos títulos vinculados à Shueisha em definitivo.

Nossos leitores podem, no entanto, ter a certeza que nosso compromisso com a qualidade e com a inovação estão mantidos. E garantimos isso todos os meses, lançando livros dos quais nos orgulhamos muito.

Um grande abraço
Rogério de Campos

Fonte: Animepro
Imagem: Divulgação